Seleção

O diagnóstico de Alessandra

“A escola brasileira de basquete não tem mais ponto de referência, não tem mais uma identidade. No feminino, jogávamos com grandes arremessadoras e pivôs rápidas. Mas foi um basquete adaptado para as condições da época. Hoje as jogadoras não tem a mesma habilidade e poder de arremesso de Paula, Hortência e Janeth. Não tem a altura que eu tenho. Então não adianta fazer um high-low se não tem uma boa passadora. Não adianta fazer um pick-and-roll para uma jogadora que não vai arremessar.”

Alessandra Oliveira, campeã mundial em 1994 e medalhista olímpica (1996 e 2000) em boa entrevista ao programa Cesta no Estadão